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Irmão Daniel A Gardner
Pregação carnal ou espiritual?
Sergio Alfredo Figueiredo
Irmão Daniel A Gardner
Pregação carnal ou espiritual?
Sergio Alfredo Figueiredo
Arthur Walkington Pink nasceu em Nottingham, Inglaterra, no dia 1º de abril de 1886. O mais velho de três filhos, Arthur foi abençoado com pais piedosos que, desde cedo, faziam cultos domésticos todos os dias, principalmente aos domingos. Porém, ainda na sua juventude, Arthur rejeitou o ensino da Palavra de Deus e abraçou a teosofia, uma sociedade gnóstica e ocultista que dizia valorizar o conhecimento divino, mas também incluía alguns aspectos do espiritismo. Este movimento era bastante popular na Inglaterra daquela época e, em pouco tempo, Arthur foi encaminhado a ser um dos líderes. Mas seus pais nunca deixaram de orar por seu filho errante. Ao voltar um dia de uma reunião teosófica, Arthur, agora com 22 anos de idade, encontrou seu pai na escadaria da casa, onde seu pai lembrou-o de Provérbios 14.12: “Há um caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da morte”. Continuando para o seu quarto, Arthur fechou a porta contra seu pai, mas não conseguiu distanciar-se da verdade daquele versículo. Após três dias de oração e leitura Bíblica, Arthur saiu do seu quarto novamente, mas desta vez com uma nova natureza.
O famoso escritor de sermões, como “Pecadores nas mãos de um Deus irado”, teve uma vida notável na persistência da busca de uma vida em santidade, que glorificasse a Deus. Este era seu principal objetivo, como podemos ver em suas “Resoluções”e também em seus relatos, em sua narrativa pessoal.
John Charles Ryle nasceu em Macclesfield, Inglaterra, em 1816. Seu pai era dono de um banco, e sua família era próspera e gozava de uma posição alta na sociedade. O pequeno John Charles e seus irmãos cresceram com todo o conforto que poderiam desejar. Conforme foi crescendo, o jovem Ryle e seu pai compartilhavam o sonho de um dia ele ter uma carreira política no Parlamento. Com este sonho em vista, Ryle estudou em escolas renomadas como Eton e, mais tarde, Oxford, em 1834. Ryle foi um excelente aluno, ganhando bolsas e prêmios, e, com quase dois metros de altura, também se destacou como um atleta.
Em semelhança a muitos dos apóstolos, John Bunyan tinha pouco estudo. Mesmo assim, foi capacitado por Deus a escrever, entre outros, um dos livros mais lidos do mundo, O Peregrino(1678).
Stuart Olyott, filho de um engenheiro britânico, nasceu no Paquistão, em 1942. Devido ao trabalho de seu pai, a família Olyott mudava constantemente de casa, e até de país, durante vários anos. Aos sete anos, Stuart começou seus estudos numa simples escola – feita de folhas de bananas, na Malásia. E logo chegou a conclusão que sua vida aqui na terra era muito curta e que não poderia deixar de pensar na eternidade.
Claude Duval Cole, também conhecido como C.D. Cole, autor de Definições de Doutrina e outros manuais de grande proveito aos Batistas Fundamentalistas, nasceu em 12 de novembro de 1885, em um lar humilde no vilarejo de Lisman, no estado de Kentucky, EUA.
Quisera eu senhor fazer parte da tua glória agora…Quisera eu achar graça diante de ti, pois as pessoas desse mundo nos fazem sangrar e com suas espadas afiadas agridem nossa alma nos fazendo “chorar”. Fazem-nos de alimento a um mundo perdido, tornando-nos frívolos diante de homens. Quem me livrará do olhar do homem mau? Quem me livrará de suas maquinações ocultas no entardecer da noite? Ou quem livrará minha alma do homem perverso que me persegue como lobo faminto?

5– Irresistivelmente, o homem não pode impedir, adiar ou manipulá-lo!
João Calvino (1509-1564).
Na realidade, somente Deus é verdadeiramente livre. A liberdade humana é relativa. Em última análise, o relacionamento da soberania e presciência divinas com a liberdade e responsabilidade humanas estão muito além do alcance da compreensão das criaturas (humanas e angelicais).
Se Deus consegue apenas resultados parciais na concretização de Seus propósitos, como afirmam os teístas abertos, então Ele talvez não seja bem sucedido no cumprimento de Seus propósitos para a minha vida.
Será que a nação de Israel ainda poderia ter um restinho de esperança de que Deus cumprirá as promessas que lhe fez?
Quando uma organização como a STV afirma ser a única religião verdadeira e a única a possuir o ensino bíblico coreto, precisamos examinar cuidadosamente seus ensinos. Se as suas doutrinas são verdadeiras, poderão ser encontradas na bíblia, e seus ensinos serão consistentes e imutáveis, ano após ano. As Testemunhas de Jeová, porém, negam ou torcem muitos dos ensinamentos básicos da bíblia, e suas cresças entram em conflito co aquelas aceitas historicamente pelos cristãos através dos tempos.
Salvação: A bíblia ensina que só a obra expiatória de Cristo provê a solução para o problema do pecado do homem. Jesus Cristo tomou os pecados pessoais de todos os eleitos – passados, presentes e futuros – em seu próprio corpo no madeiro (I Pe. 2:24), e como perfeito de Deus e perfeito homem ele cumpriu cabalmente com a necessidade da justiça divina por nós (Rm. 3:22-26).
Quase todos sabem de seu trabalho incansável de porta em porta. A organização que representam, conhecida como SOCIEDADE TORRE de VIGIA de BÍBLIAS e TRATADOS (STV) enfatiza a profecia do tempo do fim e predisse falsamente o fim do mundo muitas vezes. As datas estabelecidas para o fim do mundo foram: 1914, 1915, 1918, 1925, 1941 e 1975, como a própria STV reconhece no seu livro: Testemunhas de Jeová Proclamadores do Reino de Deus.
Profecias que não se cumpriram
Profecia visando o lucro
Alterando a Bíblia
Intimidação e falta de integridade
É incrível como um Deus tão soberano e criador possa ser confundido ou simplesmente comparado ao sentimento humano!
Quando se trata de Pelágio é muito assunto a falar em pouco tempo a se dizer, não vou cair no absurdo de falar que cabe a ele toda a autoria da maior heresia já propagada nos tempos atuais mais ele foi um grande colaborador da mesma!Os tempos na época de Pelágio não eram muito diferentes de nossos dias atuais com a política, a igreja, a sociedades e principalmente com os cristãos. O final do século IV e o início do século V, para o Império Romano não foi muito promissor, tendo em vista séculos passados de prosperidade e predomínio o Império Romano que agora atravessava uma série de problemas sem dúvida nenhuma passa por um tempo ruim, os últimos restos do paganismo desmoronam e, acontece uma invasão massiva e uma admissão na Igreja de famílias pagãs, de grupos e indivíduos. É preciso lembrar que o que hoje conhecemos por igreja católica não tinha tal nome e a igreja era aliada ao império e muito menos a igreja cristã tinha placa com nome, eram apenas chamados de cristão ou pagãos conforme a posição que tomavam.
É em meio a tudo isso que apresento a vocês Pelágio um monge britânico, mais precisamente irlandês nascido em 354 d.C. De 384 a 410 esteve morando em Roma vai para Palestina entre 410 e 411, bastante austero, talento, profundo, vivia em pobreza e tinha fama de grande santidade. Possuía como amigos São Paulino de Nola, Marcela, Pamaquio, Melania, Proba, Juliana, Albina, Detríades entre muitos senadores, cônsules, Cléricos (aristocracia romana) e jovens. Seus discípulos Celéstio e Juliano de Eclano.
Irado com uma cristandade inerte que se desculpava alegando a fragilidade da carne e colocando a culpa em satanás para todos os seus atos somado a celebre frase de Agostinho:
“Concede o que Tu ordenaste, e ordena o que Tu desejas”.
Tais palavras de Agostinho deixaram Pelágio intimamente irritado, o problema não estava na última parte da frase mais sim na primeira, pois ele concordava plenamente que é uma prerrogativa de Deus ordenar o que quiser e quando quiser, porém não concordava com o começo da frase: “Concede o que Tu ordenaste” o que em outras palavras quer dizer que Deus concederia exatamente o que Ele já havia decretado, Pelágio acreditava que o fato de Deus ter ordenado ao homem crer em Cristo, esse homem então deveria ter em si mesmo poder para realizar tal ato, se Deus ordena que pecadores se arrependam, então os pecadores devem ser dotados de poder para se arrepender concluía ele.
Então levantou a seguinte questão: a assistência da graça é necessária para o ser humano obedecer a Deus? Ou podemos obedecer a Deus se quisermos, sem a Sua ajuda?
Assim Pelágio conclui que pecadores têm de ter o poder para, de si mesmos, se arrependerem, sem auxílio divino e em nenhum momento o homem precisa do favor de Deus para ser capaz de obedecê-Lo. Então sem perca de tempo ele elabora sua tese destacando 18 pontos dos quais inclui-se o mais “notável” que a sociedade seguinte adotaria como tema central do cristianismo falsificado!
2º – Se Deus é completamente bom, então tudo que Ele criou é igualmente bom.
3º – Como algo criado, a natureza não pode ser mudada na sua essência.
4º – A natureza humana é inalteravelmente boa.
5º – O mal é um ato que nós podemos evitar.
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6º – O pecado vem via armadilhas satânicas e concupiscência sensual.
7º – Pode haver homens sem pecado.
8º Adão foi criado com livre-arbítrio e santidade natural.
9º – Adão pecou por livre vontade.
10º – A descendência de Adão não herdou dele a morte natural.
11º – Nem o pecado de Adão, nem sua culpa foram transmitidos.
12º – Todos os homens são criados como Adão era antes da queda.
13º – O hábito de pecar enfraquece a vontade.
14º – A graça de Deus facilita a bondade, mas não é necessária para se alcançá-la.
15º – A graça da criação produz homens perfeitos.
16ª – A graça da lei de Deus ilumina e instrui.
17º – Cristo trabalha principalmente pelo Seu exemplo.
18º – A graça é dada de acordo com a justiça e mérito.
A heresia de Pelágio alcançou grande repercussão em sua época e conseguiu um elevado número de adeptos. Isso, provavelmente, se deve ao fato da importância que era dado, à vontade humana, nos locais onde sobrevivia o estoicismo (que estimulava a energia humana) o Pelagianismo foi bem acolhido, em conformidade com a sua tese, Pelágio não atribuía a salvação ao Espírito Santo, o homem por si só pode chegar ao arrependimento. Acrescente-se a esta motivação o fato de que Pelágio gozava de elevada reputação em alguns círculos da alta classe romana convertida ao cristianismo, pela integridade e autenticidade do seu comportamento. Seu ascetismo, a vivência de exigências morais aliados a um grande talento de atrair as pessoas foi decisiva para a difusão de sua “doutrina”, Pelágio é considerado o pai da doutrina por ser ele o autor dos 18 pontos levantados e expostos ao publico, por isso o nome Pelagianismo ou “doutrina” Pelagiana.
Para Pelágio o pecado original não tem tanta importância para o resto da humanidade, diríamos, não tem nenhum poder hereditário. O pecado de Adão foi só seu; a humanidade não tem que pagar por isto. É impossível, para Pelágio, a alma trazer consigo algo que não é culpa sua, pagar por algo que não cometeu. Deus não faria isso com os homens, criar uma alma imediatamente manchada. O que nós herdamos de Adão foi somente o seu mau exemplo, a sua desobediência, Adão foi criado como qualquer outro homem, com vontade (concupiscência), mortal, sujeito às dores, males. Adão foi criado livre, portanto, a morte não é castigo do pecado, pois Adão e todos os seus descendentes morreriam, mesmo que ele não tivesse pecado. Morrer faz parte da condição humana.
O ensino de Pelágio foi declarado heresia Agostinho de Hipona combateu o ensino de Pelágio de maneira feroz, Celéstio (advogado, esperto, ambicioso, muito expansivo) era considerado o orientador do Pelagianismo. Aurélio, bispo de Cartago, convocou um sínodo em 411, e condenou Celéstio. Este, porém, reclamou ao Papa, e fugiu para Éfeso fez-se ordenar sacerdote enquanto isso Pelágio ganhava algum terreno em Jerusalém, até que Orósio levou a São Jerônimo e a João, patriarca, avisos mandados por Santo Agostinho. O concílio de Jerusalém, convocado por João, não o quis condenar (pois Pelágio soube expor tudo com prudência e calma) preferiram pedir ao Papa Inocêncio I que examinasse Pelágio ao mesmo tempo o concílio de Lida o declarava ortodoxo. Mas, quando Orósio levou à África a declaração deste concílio, os Bispos em Cartago, a enviaram a Roma uma carta sinodal em que rejeitavam a doutrina de Pelágio, Zózimo (sucessor de Inocêncio I) mandou que Pelágio e Celéstio comparecessem ao concílio de Roma e, como não o fizessem, foram excomungados em 418 pelo concílio de Cartago foram declarados hereges. Partiram os dois para Constantinopla, onde encontraram o apoio de Nestório. Com a decadência do movimento pelagiano, entre 420 e 430, Juliano tentou sua readmissão, mas fracassou, ainda hoje vemos na igreja de Cristo o ensino de pelágio sendo propagado em partes, não na sua totalidade, mas diversos pontos dessa doutrina herética são ensinados hoje nas igrejas tanto protestantes quanto católicas. É triste ver o pelagianismo e o arminianismo sendo ensinado nas igrejas, mas o mais triste do que isso é ver que os pelagianos nem sabem que são pelagianos e acusam os soberanistas de seguirem doutrinas extrabíblicas!
Na dor percebo seu trabalho, na fadiga percebo sua mão, no deitar percebo o quanto dependo Dele…

O QUE DIZ A BÍBLIA SOBRE OBJETOS QUE TRAZEM BÊNCÃO OU MALDICÃO